EFICIÊNCIA FOTOSSINTÉTICA DE MANGUEZAIS NA BAÍA DE VITÓRIA, ES

Nome: Sávia Soares Pascoalini
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 12/05/2014
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Mônica Maria Pereira Tognella Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
Gilberto Fonseca Barroso Examinador Interno
Mônica Maria Pereira Tognella Orientador

Resumo: Como mecanismo de eliminação dos sais as espécies de mangue os secretam em nível de folha ou excluem em nível de raiz. Teoricamente as espécies sal secretoras são mais tolerantes à salinidade, o que vem a permitir seu estabelecimento em locais com teores elevados e variáveis de salinidade. Corroborando, observações em campo e em laboratório apontam essa diferenciação. Neste sentido, buscamos no presente trabalho avaliar se espécies de mangue com essas diferentes características, Avicennia schaueriana Stapf & Leechman ex Moldenke, Laguncularia racemosa (L.) Gaertn e Rhizophora mangle L., apresentam de fato desempenho diferenciado com relação à concentração de salinidade a qual estejam submetidas. Mais especificamente, temos como proposta avaliar se tais espécies apresentam alterações na eficiência fotossintética em diferentes salinidades e se aquelas consideradas como tolerantes exibem maior eficiência fotossintética em salinidades mais elevadas. Observamos que o local mais salino Aribiri (salinidade média de 27,13 ± 2,91) L. racemosa e R. mangle apresentaram melhor desempenho fotossintético por meio dos parâmetros φ Po, PI ABS e PI total. No entanto, a avaliação de trocas gasosas (A e EUA) indica que A. schaueriana e L. racemosa são as espécies mais tolerantes às condições impostas como conjecturado inicialmente e R. mangle demonstra sensibilidade à salinidade quanto a sua assimilação de carbono e Eficiência no Uso da Água.

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